Em encontro realizado recentemente, o presidente da Facape, Antonio Habib; o coordenador de pós-graduação da Instituição, Carlos Gonçalves; os professores e membros do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Engenharia de Software (INES), Ricardo Amorim e Dinani Amorim e o advogado, Ricardo Lubarino, que promove a fundação do Instituto Igues, discutiram processo de geração de uma nova matriz econômica para a região contemplada pela RIDE, voltada para a tecnologia e inovação.
O mercado de trabalho tem se tornado cada vez mais desafiador para todas as áreas. Ao deixar a Faculdade, os egressos se deparam com inúmeras dificuldades até encontrar uma oportunidade compatível com seus interesses profissionais, sendo este cenário ainda mais rígido para recém-formados em cursos de tecnologia. A proposta em debate contempla unir esforços para a criar um ambiente de desenvolvimento tecnológico que permita potencializar talentos gerados dentro das academias e impulsionar boas ideias por meios de startups, que são empresas que têm como objetivo desenvolver um modelo de negócio inovador, escalável e repetível.
O papel do Instituto Igues é apoiar o processo de desenvolvimento tecnológico e social, com o intuito de combater desigualdades. Na leitura do advogado Ricardo Lubarino as propostas de combate a desigualdades que são defendidas pelas atuais políticas econômicas: transferência de renda com aumento de impostos ou geração de empregos por meio de redução de impostos cingem-se a combater a miséria absoluta, mas não empodera e não possibilita uma efetiva redução das desigualdades e mobilidade social, o que é possível apenas pela educação.
A proposta é criar um ambiente de desenvolvimento tecnológico por meio de apoio a startups como forma de incutir a cultura de inovação na região, possibilitando não só a criação de novos negócios, como atrair grandes empresas de tecnologia, que buscam locais que ofereçam mão de obra qualificada, acessibilidade e infraestrutura, o que ó caso de Petrolina e Região.
Foram discutidas uma série de ações possibilitem fortalecer a inserção de estudantes das áreas de Tecnologia e Engenharia no mercado de trabalho, possibilitando a abertura de uma nova matriz econômica voltada para a Economia da Informação. Ainda em fase de discussão, a ideia abrange ainda o desenvolvimento de novos negócios.







