Avaliação institucional, interna e externa, é um dos mais potentes instrumentos de aferição dos índices de qualidade de um curso superior. Nesse sentido, a Facape sempre atenta aos anseios dos alunos quanto à prática/postura pedagógica dos docentes, e vem aplicando anualmente avaliações internas nos cursos de graduação.
Nessa perspectiva, 150 alunos do 1° ao 8° períodos, do curso de Ciências Contábeis da Instituição, em resposta às questões da avaliação interna, sinalizaram suas percepções quanto a ação didática dos professores, além da atuação do coordenador do curso e do corpo diretivo da instituição.
No tópico professores foram avaliados questões como didática e comunicação, relacionamento interpessoal, valores pessoais, compromisso com os resultados e conhecimento teórico e prático. Os alunos puderam apreciar qualitativamente, em questões abertas, o desempenho dos professores e a metodologia de trabalho. De forma geral 69% dos alunos consideram que o Curso é ótimo ou bom.
O professor Luis Magno Silva, que ministra as disciplinas de Fundamentos da Contabilidade, Estrutura das Demonstrações Contábeis e é supervisor de estágio supervisionado, atuando nas turmas de 1º, 3º, 8º e 10º período, foi destaque em quatro das cinco categorias da avaliação. Luis Magno atribui o resultado positivo a sua postura junto aos alunos, tratando-os de forma empática e humana. “Talvez o que eu tome muito cuidado é em tratar os alunos como gente, como pessoas. Eu sou duro, muito disciplinador, mas isso não tem criado antipatia, então acredito que é mais de tratá-los com respeito. Por mais que o conteúdo seja complexo, tento fazer com que a aula seja divertida, participativa, mas minha preocupação maior é fazer com que o aluno aprenda”, conta o professor.
A avaliação é uma das atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE), e o coordenador do curso de Ciências Contábeis, Prof. Dr. Agnaldo Batista, explica a importância dela. “A avaliação funciona como um espaço de conversa onde alunos dizem aquilo que lhes agrada e o que pode ser melhorado. Se tornou ferramenta de fundamental importância para o planejamento das ações acadêmicas, pois ao diagnosticar a vontade do discente, realizamos ações para reparar ou minimizar pontos fracos e para potencializar aquilo que foi bem avaliado”. Agnaldo acrescenta ainda que vai trabalhar nos pontos fracos para que o curso melhore cada vez mais. “Estamos incansavelmente em busca de melhorias e esse é apenas um indicativo da aceitação do trabalho de todos nós que fazemos parte do Colegiado de Ciências Contábeis”, afirma o coordenador.
Os números da pesquisa podem ser visualizados clicando aqui.






