
Novos rumos de crescimento é tema da abertura do Seminário Acadêmico de Economia
O evento propõe um espaço reflexivo sobre a conjuntura global e local e seus efeitos na economia brasileira
Teve início nesta quarta-feira (4) o Seminário Acadêmico de Economia, promovido pelo colegiado do curso de Economia da Facape. A abertura do evento contou com a participação de alunos da graduação, além de profissionais da área. Estiveram presentes também os diretores da Autarquia, Vania Lasalvia (Acadêmica) e José Alberto (Executivo).
A palestra de abertura do evento ficou por conta da presidente do Conselho Regional de Economia de Pernambuco (Corecon-PE), Ana Cláudia Arruda. A economista traçou um panorama do cenário mundial até a realidade do Vale do São Francisco e projetou perspectivas de retomada do crescimento. A presidente do Corecon alertou para a necessidade de diversificação produtiva e destacou as potencialidades da região como energias renováveis e economia criativa como fatores chaves para despontar o desenvolvimento no semiárido.
Em um segundo momento Ana Cláudia apresentou o Observatório Econômico do Corecon de Pernambuco, iniciativa tem a finalidade de incentivar os alunos a escreverem artigos com os professores sobre economia, mercado regional, pesquisa e indicadores econômicos. O Conselho se torna responsável por analisar o mérito e pertinência dos artigos e divulgar junto a imprensa especializada os boletins. O Observatório que foi lançado treze de agosto, dia do economista, já conta com grupos de trabalho em universidades do Recife e Caruaru.
Finalizando a noite, o professor do curso de Economia da Facape, João Ricardo, enfatizou a importância da fruticultura irrigada como um colchão para segurar a economia local frente a um ambiente de crise. Segundo o economista diferentemente da produção de soja a fruticultura irrigada emprega muitas pessoas, inclusive mão de obra feminina, o que mantém a economia da região em constante movimento.
A programação segue até sexta-feira (06) com palestras, minicursos e mesas redondas sobre economia criativa, crises cambiais e cooperativas. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.






