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Seminário Acadêmico de Comércio Exterior encerra sua programação na Facape trazendo possibilidades sobre o processo de exportação e importação para a economia local

O Secomex, Seminário Acadêmico de Comércio Exterior organizado pelo colegiado do curso de Comércio Exterior da Facape, ocorreu entre os dias 16 e 18 de outubro, e trouxe muito conhecimento e perspectivas para o mercado interno e externo do agronegócio. A programação do evento contou com palestras, minicursos e uma visita técnica voltada para as demonstrações de produção e cultivo de frutas comercializadas aqui no país e no exterior.

Em seu último dia de atividades o evento trouxe como convidado, o professor doutor Nildo Cassundé Junior, que conversou com os participantes do evento sobre competitividade, provocando os profissionais da área e alunos do curso a saírem da zona de conforto. Além de Nildo, estiveram presentes no encerramento do Secomex, a diretora acadêmica da Facape, Vania Lasalvia, a coordenadora do curso de Comércio Exterior, professora Michela Darc Campos e a coordenadora do curso de economia, professora Maria do Socorro Macedo.

A diretora Vania parabenizou a coordenadora Michela Darc, pelo belíssimo evento, agradeceu o apoio da comissão de alunos, que se empenharam no planejamento e execução do Secomex, agradeceu também a participação do Professor Nildo Cassundé e pontuou para todos os participantes do evento, em especial aos alunos do curso, sobre a importância de adquirir conhecimento para o mercado de trabalho, “o conhecimento nunca se perde”, afirma.

Nildo Cassundé, ministrante da palestra sobre competitividade internacional do agronegócio do vale: a busca para sair de exímio produtor agrícola para gestor agrícola, afirmou aos participantes que a competitividade do vale já é reconhecida internacionalmente, segundo ele, “O Brasil só perde para ele mesmo… o nosso país tem água, terra, mão de obra, tem tudo para produzir e comercializar”. Entretanto, o professor faz uma ressalva alertando os meios utilizados na produção, como o agrotóxico, que vem sendo o vilão da exportação.

“A imagem da marca Brasil está manchada por conta dos agrotóxicos. As marcas do vale do São Francisco são vistas lá fora como Brasil, logo se a imagem do país quanto ao agronegócio está manchada, isso impacta os produtos daqui, ainda que tenhamos todos os selos de qualidade”.

Para Laesse Gomes, aluno do 6º período de Comércio Exterior, o  Secomex é um momento de se reunir para compartilhar conhecimento, sendo o ramo do comércio exterior muito forte para a economia no país. Segundo ele, todo o país que se desenvolve tem que ter um comércio exterior forte.

“Essas discussões são importantes para se pensar no crescimento da área, visto que o Brasil tem um potencial gigantesco, que tende a ser uma grande potência, então precisamos buscar desenvolver cada vez mais nossas capacidades”.

A coordenadora do curso de Comércio Exterior, Michela Darc, avalia o seminário como uma fonte de conhecimento tanto teórico, como prático da área aqui no Vale do São Francisco e afirma que um evento como esse precisa acontecer não só no mês de outubro, mas durante todo ano. “O Colegiado de Comércio Exterior vai estar mensalmente provocando a sociedade para que conheça melhor, não só o curso, mas também as possibilidades que o processo de importação e exportação traz para a economia local”.

Formas de ingresso

Vantagens e benefícios

Esta modalidade oferece bolsas para estudantes oriundos de escola pública ou que estudaram em escolas particulares na condição de bolsista. Também estão contemplados servidores da Facape, Prefeitura de Petrolina e seus dependentes.

Para ser beneficiado o candidato deve optar pelo Vestibular Social no ato de inscrição no Vestibular. Ao ingressar na Instituição o estudante tem um desconto total no valor das mensalidades no primeiro ano do curso. Os valores são ajustados semestralmente, de acordo com as regras estabelecidas pelo programa de bolsas.

O aluno que ingressar nessa categoria obriga-se a prestar uma contrapartida de 4 horas diárias de segunda a sexta feira totalizando 960 horas.

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da Educação (MEC), que tem como objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos possibilitando juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. Atualmente a Facape disponibiliza o financiamento para todos os cursos.

Para ser contemplado o candidato deve fazer inscrição no site do FIES e apresentar nota do ENEM.

O CREDIFACAPE é mais uma oportunidade que facilita o ingresso e permanência do aluno na Faculdade. Ao aderir o estudante é beneficiado com um crédito estudantil que financiará 50% do valor do seu curso. O programa beneficia estudantes classificados no vestibular social e não contemplados dentro do número de bolsas reservadas para este público, além de ingressantes com a nota do ENEM, Histórico Escolar, portadores de diploma e estudantes matriculados por transferência externa.

Para mais informações de ingresso o estudante deve se dirigir ao setor de vestibular da FACAPE de 8h às 12h e de 15h às 18h.

Mais informações no número: (87) 3866-3260

O Programa Pernambuco na Universidade – PROUNI-PE é destinado à concessão de bolsas de estudo do ensino superior para alunos de baixa renda vinculados a Instituições de Ensino Superior – IES. O PROUNI-PE tem por objetivo a formação de pessoas em nível superior, prioritariamente nos cursos de áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, através da concessão de subsídio financeiro e do atendimento às demandas dos setores econômicos do Estado de Pernambuco, propiciando melhor qualificação de recursos humanos para a sociedade e inclusão social e laboral para os bolsistas. O processo seletivo dos bolsistas possui como critério de seleção o Enem ou outro exame nacional que eventualmente venha a substituí-lo, sendo a nota de entrada mínima definida em edital.
PODEM PARTICIPAR
As bolsas de estudo serão concedidas a brasileiros e/ou naturalizados, não portadores de diploma de curso superior, cuja renda familiar mensal per capita não exceda o valor de 1,5 (um e meio) salário mínimo, ressalvados os casos de complementação pedagógica para bacharéis e segunda licenciatura em áreas afins para professores do ensino fundamental ou médio. Bolsa de 500,00 (quinhentos reais) com contra-partida em participação de programas de extensão e pesquisa na FACAPE.
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